Muitas pessoas compartilham da convicção de que, no amor, os opostos se atraem.
Entendo que essa convicção é o resultado do que chamarei aqui de mecanismo de compensação. Partindo do princípio de que absolutamente ninguém é perfeito e basta a si mesmo o tempo todo, nada mais natural do que as pessoas observarem-se, seja identificando (in)compatibilidades em relação a outras pessoas, seja apreciando as semelhanças ou diferenças encontradas nesse ato de observação. E nada impede que a partir daí surja um novo elemento: a paixão, que os mais românticos associam à traquinagem de um gordinho alado chamado Cupido. Até aí, tudo bem: afinal, qual de nós nunca se apaixonou? E viva a paquera!
De acordo com esse raciocínio, um dos apaixonados pode encontrar no outro ou na outra uma característica de personalidade que seja radicalmente diferente da sua própria. Por exemplo, quando um é introvertido e o outro é expansivo e fala por ambos, quando um é ciumento e sofre causticamente com esse ciúme e o outro é desencanado, porém atencioso, quando um se sente uma pessoa masoquista e miserável e o outro sente um prazer sádico em lembrá-lo disso, quando um foge dos seus problemas e o outro se apressa para solucioná-los etc. Quando isso ocorre, manifesta-se o que chamei acima de mecanismo de compensação: o outro, tomado a partir da sua diferença em relação a mim, será meu complemento necessário, na medida em que remedia uma fraqueza ou necessidade minha. A forma simbólica que expressa esse tipo de relação é a da cara-metade. Eu sou uma metade e meu companheiro(a) é a outra. Nossas desarmonias individuais, quando somadas, operam esse suposto milagre do amor, que é produzir um todo (casal) harmônico.
Para mim, isso tudo não passa de baboseira. Quando um homem e uma mulher se encontram assim predispostos, e se conhecem, e se relacionam e tentam enfim dar vazão a essa paixão, tudo o que aparece no horizonte, sem que nenhum dos membros do casal perceba, é um enorme monte de merda. Mas antes de falarmos da merda, falemos da digestão.
Em primeiro lugar, consideremos o indivíduo ao invés do casal. É evidente que cada pessoa tem as suas fraquezas e necessidades. Não reconhecer ou ignorar isso leva-nos ao orgulho espartano e vaidoso de si mesmo, ao sentimento de superioridade e/ou à sociopatia. No mais das vezes, é simples egotismo mesmo, sem disfarce... Mas, uma vez que essas fraquezas e necessidades são reconhecidas, uma bifurcação se impõe ao vivente: ou ele utiliza o mecanismo de compensação para sentir-se magicamente bem, momentaneamente, ou, o que na minha opinião é mais louvável e eficaz, busca através da honesta autocrítica e da reflexão ponderada uma forma de satisfazer interiormente suas necessidades e criar a força psíquica que eliminará ou pelo menos atenuará suas fraquezas. Este não é um trabalho fácil, é na verdade uma luta de si contra si mesmo, é a compreensão de que aquilo que procuramos no outro já existe dentro de nós: apenas não conseguimos percebê-lo, quanto mais aperfeiçoá-lo... Que fique bem clara a diferença entre os caminhos: só no segundo o indivíduo assume o compromisso consigo próprio de tornar-se uma pessoa melhor, ou, o que dá no mesmo, mais "evoluída", e esforçando-se para alcançar esse objetivo sem a necessidade de uma contrapartida externa, ou seja, a muleta que no primeiro caminho é representada pelo parceiro(a).
Isso não significa que a autocrítica e a reflexão dispensem a contribuição de terceiros, inclusive do amado(a). Um conselho, um ponto de vista e até uma discordância são sempre bem-vindos para balizar uma reflexão. Mas a verdade é que o coração de cada um é pessoal e intransferível, sendo cada um, portanto, o verdadeiro timoneiro do seu próprio barco. Optar pelo primeiro caminho, penso, é render-se à miragem sedutora da cara-metade: nenhuma necessidade é realmente satisfeita e nenhuma fraqueza é realmente vencida porque, de fato, nenhum dos membros do casal sente a vontade ou tem a coragem de refletir, ou de aprimorar suas concepções mais íntimas (evoluir). O "outro" é sempre a solução. Melhor seria que todos os casais percebessem que são meramente dois indivíduos. Melhor ainda seria se, a partir dessa compreensão, um visse ao outro tal como o outro é, e não como desejaria que fosse. A verdadeira união e o verdadeiro crescimento interior como um ser que ama outro, não vêm da fruição de prazeres nascidos de compatibilidades, e sim da resolução de conflitos interpessoais. Aquele que realmente está preparado para amar, tem uma boa auto-estima, busca acrescentar, não dividir, porque já se sente completo ou, dito de outro modo, não projeta sua incompletude em outro ser humano.
Depender do mecanismo de compensação (pois se trata de uma dependência) é arriscado e, quase sempre, leva à profunda desilusão. Por maior que seja o “amor” (na verdade, paixão) que supostamente sustenta uma relação baseada no mecanismo de compensação, o fato é que aquele milagre supostamente operado pelo amor não passa de uma falácia, e das mais ordinárias. Explico-me: por mais que exteriormente um casal fundado no mecanismo da compensação aparente viver em harmonia e cercado de contentamento, o fato é que ninguém nunca satisfez nem nunca satisfará a todas as necessidades de seu parceiro(a), seja por causa de um mínimo de razões egoístas do parceiro, seja porque boa parte das necessidades sentidas não o são em nível consciente. Daí é que nasce o azedume. De repente percebo que ao me relacionar com meu parceiro(a) caí numa pérfida enrascada: ele(a) não é tudo aquilo que eu imaginava, não é tudo aquilo que parecia ser. É quando um simples arroz queimado na panela termina em discussão de relacionamento... (Mas me diga aí, quem foi que imaginou? Imagem criada no seu cérebro é fato, é realidade?). Da não satisfação dessas necessidades interiores, sentidas com frequência e profundidade cada vez maiores, surge, como um fardo cada vez mais pesado, uma espécie de mal-estar entre os parceiros. Mal-estar que pode nascer invisível e mudo, como um tabu, como um assunto que cerca e se insinua ao redor e entre os amantes, mantendo as bocas cerradas. À medida que o fogo da paixão vai diminuindo (afinal, com esse mal-estar, ele(a) não aparenta mais ser a tampa da sua panela), o mal-estar vai ganhando terreno na relação enquanto a sensação de harmonia e segurança em relação à sua cara-metade vai virando fumaça.
É nesse ponto que ocorre aquilo que, ao que me parece, é inevitável: cada um dos amantes depara-se com a desoladora constatação de que, apesar dos momentos felizes, dos apertos no peito e da angústia sofrida, cada um continua igual a antes de tudo começar. E há também, geralmente, aquilo que se afigura como ainda pior para a maioria dos amantes: não raro, cada um descobre que pouco sabe sobre o outro e que o outro pouco sabe sobre o um. Aquele(a) a quem se dizia "você é a pessoa mais importante da minha vida e eu vou te amar pra sempre" pode ser, na verdade, um completo desconhecido, com seu interior recheado de razões e sentimentos de existência até então insuspeitos e de repercussões indesejáveis. Além do susto, da frustração e da sensação de tempo perdido é comum que apareçam também as brigas homéricas, os dedos acusadores, o olhar de ódio, o choro no banheiro. E, nos casos em que o mecanismo de compensação está firmemente entranhado nos amantes, esse período de crise no relacionamento não abole o mecanismo, apenas faz com que ele funcione segundo outras necessidades: no caso, a de atribuir a culpa da crise ao outro(a). Edita-se, assim, a mais nova versão do jogo de gato e rato. Cada patada desferida contra o outro, cada falta do outro, lembrada e relembrada e dramatizada um milhão de vezes, cada culpa assumida pelo outro, cada lágrima impotente arrancada dele satisfaz a maior das necessidades que se impõem: a de ter razão e abandonar o relacionamento por cima, de preferência no papel de inocente vítima.
O mais intrigante em relação ao mecanismo de compensação, funcione ele com paixão ou com fúria, é que mesmo quando um relacionamento desses termina de forma catastrófica, os antigos amantes, em muitos casos, voltam a se envolver em novos relacionamentos baseados no mecanismo de compensação. Afinal, para toda "inocente vítima" existe um herói protetor de plantão, para todo "canalha imprestável" existe um coração cristão e bondoso o suficiente para achar que ele não é de todo mau. É a mesma dança com outra música. É o monte de merda no horizonte. Creio que essas reincidências só se explicam pela escolha fácil naquela bifurcação. Quem busca a felicidade através de um mecanismo de compensação tem uma tendência enraizada para culpar o "ex" por tudo o que aconteceu de ruim no passado, a exagerar suas próprias qualidades, a ocultar seus próprios defeitos e a enxergar no "atual" aquele que, finalmente, é a sua verdadeira cara-metade.
Considerando o que foi exposto até aqui, parece-me que a genuína harmonia e felicidade só podem surgir onde primeiro houve autocrítica e reflexão. O indivíduo que assim procede, identificando suas próprias fraquezas e necessidades, torna-se mais seguro à medida que as supera, mais humilde, pois aprendeu com quantos erros se faz um acerto, e mais realista, pois espera de um companheiro(a) nada mais do que aquilo que ele de fato é: uma pessoa que como eu e você, caro leitor, nasceu, viveu e vai morrer sozinha. Nessa trajetória doida a que chamamos vida, melhor do que pretender ser a cara-metade de alguém é ser alguém uno e inteiro. De preferência, bem acompanhado. Afinal, os semelhantes também se atraem.
Entendo que essa convicção é o resultado do que chamarei aqui de mecanismo de compensação. Partindo do princípio de que absolutamente ninguém é perfeito e basta a si mesmo o tempo todo, nada mais natural do que as pessoas observarem-se, seja identificando (in)compatibilidades em relação a outras pessoas, seja apreciando as semelhanças ou diferenças encontradas nesse ato de observação. E nada impede que a partir daí surja um novo elemento: a paixão, que os mais românticos associam à traquinagem de um gordinho alado chamado Cupido. Até aí, tudo bem: afinal, qual de nós nunca se apaixonou? E viva a paquera!
De acordo com esse raciocínio, um dos apaixonados pode encontrar no outro ou na outra uma característica de personalidade que seja radicalmente diferente da sua própria. Por exemplo, quando um é introvertido e o outro é expansivo e fala por ambos, quando um é ciumento e sofre causticamente com esse ciúme e o outro é desencanado, porém atencioso, quando um se sente uma pessoa masoquista e miserável e o outro sente um prazer sádico em lembrá-lo disso, quando um foge dos seus problemas e o outro se apressa para solucioná-los etc. Quando isso ocorre, manifesta-se o que chamei acima de mecanismo de compensação: o outro, tomado a partir da sua diferença em relação a mim, será meu complemento necessário, na medida em que remedia uma fraqueza ou necessidade minha. A forma simbólica que expressa esse tipo de relação é a da cara-metade. Eu sou uma metade e meu companheiro(a) é a outra. Nossas desarmonias individuais, quando somadas, operam esse suposto milagre do amor, que é produzir um todo (casal) harmônico.
Para mim, isso tudo não passa de baboseira. Quando um homem e uma mulher se encontram assim predispostos, e se conhecem, e se relacionam e tentam enfim dar vazão a essa paixão, tudo o que aparece no horizonte, sem que nenhum dos membros do casal perceba, é um enorme monte de merda. Mas antes de falarmos da merda, falemos da digestão.
Em primeiro lugar, consideremos o indivíduo ao invés do casal. É evidente que cada pessoa tem as suas fraquezas e necessidades. Não reconhecer ou ignorar isso leva-nos ao orgulho espartano e vaidoso de si mesmo, ao sentimento de superioridade e/ou à sociopatia. No mais das vezes, é simples egotismo mesmo, sem disfarce... Mas, uma vez que essas fraquezas e necessidades são reconhecidas, uma bifurcação se impõe ao vivente: ou ele utiliza o mecanismo de compensação para sentir-se magicamente bem, momentaneamente, ou, o que na minha opinião é mais louvável e eficaz, busca através da honesta autocrítica e da reflexão ponderada uma forma de satisfazer interiormente suas necessidades e criar a força psíquica que eliminará ou pelo menos atenuará suas fraquezas. Este não é um trabalho fácil, é na verdade uma luta de si contra si mesmo, é a compreensão de que aquilo que procuramos no outro já existe dentro de nós: apenas não conseguimos percebê-lo, quanto mais aperfeiçoá-lo... Que fique bem clara a diferença entre os caminhos: só no segundo o indivíduo assume o compromisso consigo próprio de tornar-se uma pessoa melhor, ou, o que dá no mesmo, mais "evoluída", e esforçando-se para alcançar esse objetivo sem a necessidade de uma contrapartida externa, ou seja, a muleta que no primeiro caminho é representada pelo parceiro(a).
Isso não significa que a autocrítica e a reflexão dispensem a contribuição de terceiros, inclusive do amado(a). Um conselho, um ponto de vista e até uma discordância são sempre bem-vindos para balizar uma reflexão. Mas a verdade é que o coração de cada um é pessoal e intransferível, sendo cada um, portanto, o verdadeiro timoneiro do seu próprio barco. Optar pelo primeiro caminho, penso, é render-se à miragem sedutora da cara-metade: nenhuma necessidade é realmente satisfeita e nenhuma fraqueza é realmente vencida porque, de fato, nenhum dos membros do casal sente a vontade ou tem a coragem de refletir, ou de aprimorar suas concepções mais íntimas (evoluir). O "outro" é sempre a solução. Melhor seria que todos os casais percebessem que são meramente dois indivíduos. Melhor ainda seria se, a partir dessa compreensão, um visse ao outro tal como o outro é, e não como desejaria que fosse. A verdadeira união e o verdadeiro crescimento interior como um ser que ama outro, não vêm da fruição de prazeres nascidos de compatibilidades, e sim da resolução de conflitos interpessoais. Aquele que realmente está preparado para amar, tem uma boa auto-estima, busca acrescentar, não dividir, porque já se sente completo ou, dito de outro modo, não projeta sua incompletude em outro ser humano.
Depender do mecanismo de compensação (pois se trata de uma dependência) é arriscado e, quase sempre, leva à profunda desilusão. Por maior que seja o “amor” (na verdade, paixão) que supostamente sustenta uma relação baseada no mecanismo de compensação, o fato é que aquele milagre supostamente operado pelo amor não passa de uma falácia, e das mais ordinárias. Explico-me: por mais que exteriormente um casal fundado no mecanismo da compensação aparente viver em harmonia e cercado de contentamento, o fato é que ninguém nunca satisfez nem nunca satisfará a todas as necessidades de seu parceiro(a), seja por causa de um mínimo de razões egoístas do parceiro, seja porque boa parte das necessidades sentidas não o são em nível consciente. Daí é que nasce o azedume. De repente percebo que ao me relacionar com meu parceiro(a) caí numa pérfida enrascada: ele(a) não é tudo aquilo que eu imaginava, não é tudo aquilo que parecia ser. É quando um simples arroz queimado na panela termina em discussão de relacionamento... (Mas me diga aí, quem foi que imaginou? Imagem criada no seu cérebro é fato, é realidade?). Da não satisfação dessas necessidades interiores, sentidas com frequência e profundidade cada vez maiores, surge, como um fardo cada vez mais pesado, uma espécie de mal-estar entre os parceiros. Mal-estar que pode nascer invisível e mudo, como um tabu, como um assunto que cerca e se insinua ao redor e entre os amantes, mantendo as bocas cerradas. À medida que o fogo da paixão vai diminuindo (afinal, com esse mal-estar, ele(a) não aparenta mais ser a tampa da sua panela), o mal-estar vai ganhando terreno na relação enquanto a sensação de harmonia e segurança em relação à sua cara-metade vai virando fumaça.
É nesse ponto que ocorre aquilo que, ao que me parece, é inevitável: cada um dos amantes depara-se com a desoladora constatação de que, apesar dos momentos felizes, dos apertos no peito e da angústia sofrida, cada um continua igual a antes de tudo começar. E há também, geralmente, aquilo que se afigura como ainda pior para a maioria dos amantes: não raro, cada um descobre que pouco sabe sobre o outro e que o outro pouco sabe sobre o um. Aquele(a) a quem se dizia "você é a pessoa mais importante da minha vida e eu vou te amar pra sempre" pode ser, na verdade, um completo desconhecido, com seu interior recheado de razões e sentimentos de existência até então insuspeitos e de repercussões indesejáveis. Além do susto, da frustração e da sensação de tempo perdido é comum que apareçam também as brigas homéricas, os dedos acusadores, o olhar de ódio, o choro no banheiro. E, nos casos em que o mecanismo de compensação está firmemente entranhado nos amantes, esse período de crise no relacionamento não abole o mecanismo, apenas faz com que ele funcione segundo outras necessidades: no caso, a de atribuir a culpa da crise ao outro(a). Edita-se, assim, a mais nova versão do jogo de gato e rato. Cada patada desferida contra o outro, cada falta do outro, lembrada e relembrada e dramatizada um milhão de vezes, cada culpa assumida pelo outro, cada lágrima impotente arrancada dele satisfaz a maior das necessidades que se impõem: a de ter razão e abandonar o relacionamento por cima, de preferência no papel de inocente vítima.
O mais intrigante em relação ao mecanismo de compensação, funcione ele com paixão ou com fúria, é que mesmo quando um relacionamento desses termina de forma catastrófica, os antigos amantes, em muitos casos, voltam a se envolver em novos relacionamentos baseados no mecanismo de compensação. Afinal, para toda "inocente vítima" existe um herói protetor de plantão, para todo "canalha imprestável" existe um coração cristão e bondoso o suficiente para achar que ele não é de todo mau. É a mesma dança com outra música. É o monte de merda no horizonte. Creio que essas reincidências só se explicam pela escolha fácil naquela bifurcação. Quem busca a felicidade através de um mecanismo de compensação tem uma tendência enraizada para culpar o "ex" por tudo o que aconteceu de ruim no passado, a exagerar suas próprias qualidades, a ocultar seus próprios defeitos e a enxergar no "atual" aquele que, finalmente, é a sua verdadeira cara-metade.
Considerando o que foi exposto até aqui, parece-me que a genuína harmonia e felicidade só podem surgir onde primeiro houve autocrítica e reflexão. O indivíduo que assim procede, identificando suas próprias fraquezas e necessidades, torna-se mais seguro à medida que as supera, mais humilde, pois aprendeu com quantos erros se faz um acerto, e mais realista, pois espera de um companheiro(a) nada mais do que aquilo que ele de fato é: uma pessoa que como eu e você, caro leitor, nasceu, viveu e vai morrer sozinha. Nessa trajetória doida a que chamamos vida, melhor do que pretender ser a cara-metade de alguém é ser alguém uno e inteiro. De preferência, bem acompanhado. Afinal, os semelhantes também se atraem.
André Faustino

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