A renúncia é uma parte da verdadeira vida espiritual?
Sim, porque em última análise todos os Espíritos renunciam ao que não é real, e nada na vida que você tem é real, exceto seu relacionamento Comigo. Contudo, a renúncia em seu sentido clássico não é necessária.
Um verdadeiro Mestre não "renuncia" a algo. Simplesmente o põe de lado, como faria com qualquer objeto que não lhe fosse mais útil.
Há pessoas que dizem que você deve dominar os seus desejos. Eu digo que deve apenas mudá-los. Na primeira vez isso parece ser uma disciplina rigorosa; na segunda, um exercício agradável.
Há pessoas que dizem que para conhecer Deus você deve resistir a todas as paixões terrenas. Contudo, compreendê-las e aceitá-las é o suficiente. Aquilo a que você resiste perdura. As coisas para as quais olha desaparecem.
As pessoas que realmente tentam resistir a todas as paixões terrenas com frequência se esforçam tanto para atingir este objetivo que poderia ser dito que isso se torna a sua paixão. Elas têm uma "paixão" por Deus; um desejo profundo de conhecê-Lo. Mas paixão é paixão, e trocar uma por outra não a exclui.
Por isso, não julgue as situações pelas quais tem paixão. Simplesmente as observe, e depois veja se são úteis para você, dado quem é e o que deseja ser.
Lembre-se de que está sempre se criando, decidindo quem e o que é. Você decide isso em grande parte através das escolhas que faz quanto a quem ou o que desperta a sua paixão.
Frequentemente uma pessoa no que você chama de caminho espiritual parece ter renunciado a todas as paixões terrenas e humanas. O que ela fez foi compreender isso, dar-se conta da ilusão e pôr de lado as paixões que não lhe são úteis - o tempo todo apreciando a ilusão pelo que lhe proporcionou: a chance de ser totalmente livre.
Paixão é amar, transformar ser em ação. É o combustível da máquina da criação. Transforma conceitos em experiências.
Paixão é o estímulo que nos leva a expressar quem realmente somos. Nunca negue a paixão, porque isso é negar Quem Você É e Quem Realmente Deseja Ser.
Quem renuncia nunca nega a paixão - simplesmente nega a preocupação com os resultados. Paixão é gostar de fazer. Fazer é ser, como experiência. Contudo, o que é frequentemente criado como parte do fazer? Expectativas.
Viver sem expectativas - sem necessidade de resultados específicos - é liberdade, santidade. É como Eu vivo.
O Senhor não se preocupa com os resultados?
Absolutamente não. Eu me alegro com o que crio, não com os resultados. A renúncia não é uma decisão de negar a ação, mas sim de negar a necessidade de um determinado resultado. Há uma grande diferença.
Sim, porque em última análise todos os Espíritos renunciam ao que não é real, e nada na vida que você tem é real, exceto seu relacionamento Comigo. Contudo, a renúncia em seu sentido clássico não é necessária.
Um verdadeiro Mestre não "renuncia" a algo. Simplesmente o põe de lado, como faria com qualquer objeto que não lhe fosse mais útil.
Há pessoas que dizem que você deve dominar os seus desejos. Eu digo que deve apenas mudá-los. Na primeira vez isso parece ser uma disciplina rigorosa; na segunda, um exercício agradável.
Há pessoas que dizem que para conhecer Deus você deve resistir a todas as paixões terrenas. Contudo, compreendê-las e aceitá-las é o suficiente. Aquilo a que você resiste perdura. As coisas para as quais olha desaparecem.
As pessoas que realmente tentam resistir a todas as paixões terrenas com frequência se esforçam tanto para atingir este objetivo que poderia ser dito que isso se torna a sua paixão. Elas têm uma "paixão" por Deus; um desejo profundo de conhecê-Lo. Mas paixão é paixão, e trocar uma por outra não a exclui.
Por isso, não julgue as situações pelas quais tem paixão. Simplesmente as observe, e depois veja se são úteis para você, dado quem é e o que deseja ser.
Lembre-se de que está sempre se criando, decidindo quem e o que é. Você decide isso em grande parte através das escolhas que faz quanto a quem ou o que desperta a sua paixão.
Frequentemente uma pessoa no que você chama de caminho espiritual parece ter renunciado a todas as paixões terrenas e humanas. O que ela fez foi compreender isso, dar-se conta da ilusão e pôr de lado as paixões que não lhe são úteis - o tempo todo apreciando a ilusão pelo que lhe proporcionou: a chance de ser totalmente livre.
Paixão é amar, transformar ser em ação. É o combustível da máquina da criação. Transforma conceitos em experiências.
Paixão é o estímulo que nos leva a expressar quem realmente somos. Nunca negue a paixão, porque isso é negar Quem Você É e Quem Realmente Deseja Ser.
Quem renuncia nunca nega a paixão - simplesmente nega a preocupação com os resultados. Paixão é gostar de fazer. Fazer é ser, como experiência. Contudo, o que é frequentemente criado como parte do fazer? Expectativas.
Viver sem expectativas - sem necessidade de resultados específicos - é liberdade, santidade. É como Eu vivo.
O Senhor não se preocupa com os resultados?
Absolutamente não. Eu me alegro com o que crio, não com os resultados. A renúncia não é uma decisão de negar a ação, mas sim de negar a necessidade de um determinado resultado. Há uma grande diferença.
Neale Donald Walsch

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